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Por Caroline Souza, SP
Pedra nos rins — Foto: Reprodução/ Acervo
Diversos pesquisadores estão arrumando a mala para vir ao Brasil a fim de conhecer este método inusitado que contradiz toda ciência
Publicado em: 15/12/22 às 15h
Em um curto período de tempo, quase 1 milhão de brasileiros morreram por insuficiência renal. O número vem aumentando mais de 300% e a causa ainda é incerta.
A fila de transplante só nos diz que a tendência é que esse número continue aumentando. A dúvida entre os médicos agora é:
Quem será a próxima vítima?
Pedra nos rins — Foto: Reprodução/ Acervo
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Na primeira vez que essa tal cientista [nota: O nome está ocultado por motivos de segurança.] revelou o método, pouquíssimas pessoas deram bola…
Até que ela começa a investir pesado e convidar milhares de pessoas em todo Brasil para que eles pudessem provar e atestar a mudança na frente dos olhos deles.
Hoje, não há mais como ignorar esse método que além de ser eficaz, é natural e sem contraindicações.
A resposta é muito simples e diz muito sobre o egoísmo e ganância da nossa sociedade atual.
Essa controversa descoberta é uma bomba no colo da indústria farmacêutica e provavelmente irá substituir uma boa parte, senão todos os tratamentos para a dor que você ou as pessoas que você ama usam atualmente.
Foi uma entrevista dada pelo vencedor do prêmio Nobel de medicina, o bioquímico e biólogo molecular inglês Sir Richard J. Roberts, que mudou tudo o que eu sabia sobre os remédios e tratamentos convencionais e me fez entender que, na verdade, havia todo um sistema corrupto da Big Pharma, ou como a gente chama aqui no Brasil: Indústria farmacêutica.
Ele deixa bem explícito que “Medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos”.
Esse método natural atua no seu corpo, aumentando a TFG e diminuindo a creatinina. Proporcionando mais saúde e menos probabilidade de ter que recorrer à diálise devido a piora dos rins…
“Entre uma pessoa magra e uma pessoa mais musculosa, há alteração nas taxas de creatinina. Da mesma forma, um fisiculturista pode ter taxas altas e não representar algo negativo na saúde”, explica o médico endocrinologista Mauro Scharf.
São diversos benefícios, mas os principais são: a falta de necessidade da utilização de remédios extremamente invasivos, diminuição drásticas do risco de parar em uma emergência ou ter que sofrer na fila de transplante de rim e o aumento da sua disposição física e da sua longevidade…
A parte boa dessa história toda é que você também pode usar este método…
Clicando no botão que estará logo abaixo, você terá acesso a um vídeo exclusivo que te explicará os mínimos detalhes de toda essa história que a indústria farmacêutica morre de medo que você descubra.
Peço que veja logo, antes que o site saia do ar.